sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Senador Pedro Simon lança novo livro: "A diáspora do povo gaúcho"



Pedro Simon conta a saga dos gaúchos que colonizaram o Brasil


Senador lança livro sobre movimento pouco conhecido da história


A verdadeira saga vivida pelos gaúchos que deixaram o Rio Grande, principalmente, nas décadas de 60 e 70, para colonizar outras regiões do país, está contada no livro “A Diáspora do Povo Gaúcho”, que o senador Pedro Simon (PMDB) lança na 55ª. Feira do livro de Porto Alegre. A sessão de autógrafos será no dia cinco de novembro, às 15h30min, na Praça da Alfândega.

A “Diáspora”, livro editado pelo Senado, registra em 192 páginas, uma parte pouca conhecida da história brasileira, lançando luz sobre um episódio de proporções épicas que, na avaliação de Pedro Simon, “tem uma importância muito maior que as expedições dos bandeirantes dos séculos XVI e XVII”. Conforme o senador, “enquanto os bandeirantes se limitavam a buscar e acumular riquezas, os agricultores gaúchos, filhos de imigrantes italianos e alemães em sua maioria, fugiam da miséria e da falta de terras no Sul, para plantar e viver em outras regiões do Brasil”.

Reforma agrária - As primeiras viagens de colonos rio-grandenses tiveram como destino o oeste de Santa Catarina. Depois seguiram em direção ao Paraná e regiões centro-oeste e norte, principalmente, onde, atualmente, seus descendentes já estabelecidos e assimilados, não esqueceram a cultura, hábitos e costumes de origem. Tanto, que existem mais de mil Centros de Tradições Gaúchas (CTGs) funcionando fora do estado.

Pedro Simon, quando deputado estadual no início da década de 60, protestou, na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, contra o que considerava, praticamente, “uma expulsão do que temos de melhor, que é a nossa mão-de-obra rural, agricultores que poderiam ser colocados na metade sul do estado, contribuindo para o progresso de uma região que até hoje está abandonada”. Na verdade, o pano de fundo da decisão política dos governos da época no sentido de estimular e organizar a emigração, estava a crescente tensão social motivada pela necessidade da reforma agrária no Rio Grande do Sul.

Compromisso - A atuação parlamentar de Pedro Simon, desenvolvida em 2008, está resumida no livro “Empréstimo para reduzir a dívida do Rio Grande”, também editado pelo Senado. Ao contrário de anos anteriores, quando também era distribuído na feira, desta vez a obra será diretamente encaminhada às bibliotecas, especialmente de universidades e instituições, onde poderá ser consultada.

Com 704 páginas, o livro traz discursos e projetos selecionados do parlamentar, em especial a manifestação em que cobrou do governo federal o aval da União a um empréstimo internacional para o Rio Grande do Sul, recurso necessário para reestruturação da dívida do estado. Simon discursou durante seis horas em defesa dos interesses dos gaúchos, numa memorável sessão, no dia 20 de junho de 2008. Mais informações, além de áudio e vídeo da sessão, estão disponíveis no blog e no site do senador:

HTTP://senadorpedrosimon.blogspot.com

WWW.senado.gov.br/pedrosimon

Assessoria de Imprensa - 30/10/2009

PMDB - Debates da Cidade

C O N V I T E

PMDB Porto Alegre - Debates da Cidade

METRÔ EM PORTO ALEGRE
Exposição: Dr. Marco Arildo Cunha
Diretor-Presidente do TRENSURB

05 de novembro (quinta-feira)Horário: 19h
Local: Diretório Municipal do PMDB - Av. João Pessoa, 931
Porto Alegre/RS

PARTICIPE!
www.pmdbportoalegre.org.br

sábado, 17 de outubro de 2009

Unidade Democrática - Texto para debate no PMDB/RS - Parte II

CONSTRUINDO A UNIDADE DO PMDB

Um partido político com a envergadura do PMDB, cercado por líderes expressivos e com um grande número de prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais não pode furtar-se de liderar o momento histórico que se avizinha. Hoje o problema do Estado é político e, por esse motivo devemos ser alternativa à lógica adversarial e conflitante que reina no relacionamento atual entre governo e oposição.

Essa situação de nenhuma maneira pode contaminar o ambiente interno do nosso partido. Se participamos do governo Yeda, certamente, quando da definição oficial do nosso candidato ao Piratini abriremos mão desta condição, jamais abandonando a premissa de sempre trabalhar em favor de todas as iniciativas que sejam boas para o Rio Grande do Sul. Em suma, vamos ter sim candidato próprio ao governo estadual em 2010.

Para o encaminhamento sereno, sem ranços ou detalhes menores desta questão é fundamental a unidade do PMDB gaúcho. E este é o espírito do Senador Pedro Simon, presidente estadual da sigla. Quando anunciada a medida de criar uma comissão composta pelos honrados companheiros Odacir Klein, Rospide Neto e Sebastião Melo o intuito central foi de ampliar o debate sobre dois temas cruciais: a sucessão do comando partidário estadual e o início do diálogo com os partidos que são considerados ideais para uma futura aliança eleitoral.

A criação desta comissão em nenhum momento pode ser interpretada como um desrespeito à base do partido. Ela atua em outra perspectiva. Nossa base, composta pelos núcleos de apoio, coordenadorias regionais e toda a militância permanece com voz e vez, como sempre possuiu, graças aos anos de luta que reforçaram a necessidade de contarmos com um partido aberto, livre e naturalmente, heterogêneo em diversas posições, porém homogêneo quando o interesse maior e altruísta fala mais alto.

A unidade do PMDB passa antes de mais nada pela participação da sua base não apenas em postos de mando. A base deve ouvir e ser ouvida na mesma intensidade. Nossa realidade partidária inequivocamente consagrou esse comportamento e, várias são as razões. As Convenções Municipais do último dia 04 de outubro demonstraram a pujança do PMDB, organizado em 494 municípios, renovando 68% das suas direções locais. Os cursos de formação política pelo método de ensino à distância (EAD) aproximaram novos quadros e qualificaram os atuais.

Assim caminha nosso partido, fiel à sua história, renovando-se de forma permanente e capaz de pensar o presente com olhos firmes em um futuro de progresso e novas oportunidades.

Recriar antagonismos sem justificativas políticas plausíveis pode gerar uma divisão preocupante. A sucessão estadual do comando partidário não pode ter como cerne uma falsa disputa de dois supostos grupos. Isso não existe. O interesse é comum e a luta para a concretização dos nossos sonhos tem de ser coletiva.

Antagonismos geralmente afloram vaidades exageradas e consagram mitos com práticas personalistas. O PMDB gaúcho não é, nem nunca foi um cartório sob o comando de um ser supremo. Também nunca serviu como instrumento para ações exclusivistas ou projetos de poder espúrios. O PMDB é o partido do povo, dos jovens, das mulheres, dos negros, dos trabalhadores, enfim, de todos os setores sociais que confiam na nossa atitude.

Ingressar numa disputa carente de idéias ou desprovida de temas relevantes pode prejudicar fatalmente nosso projeto em 2010. Já que não convivemos e aceitamos a conduta subalterna da cúpula nacional, precisamos manter nosso compromisso de partido forte no Estado e capaz de liderar quem sabe, um conseqüente movimento que restaure as bandeiras do PMDB no Brasil à luz de nossa responsabilidade com o Estado e a Federação.

Estamos no limiar de consolidar a Unidade Democrática do PMDB, com a presença necessária das nossas referências e lideranças, sem abdicar da participação expressiva das bases nesse processo. Qualquer passo fora deste trilho significará divisão e talvez, antecipe derrotas ou confirme a presença inexpressiva do PMDB na disputa eleitoral.

Este texto é para debate, portanto, não é e nem pretende ser uma verdade absoluta. Expõe, com clareza o sentimento de quem vem da base e acredita na unidade do PMDB, sob pena de reduzirmos nosso partido a tudo aquilo que combatemos ao longo de nossas vidas.

Unidade Democrática - Texto para debate no PMDB/RS - Parte I

A Unidade Democrática
*Texto para debate no PMDB/RS

Elaborado por André Carús*
*Secretário-Geral do PMDB de Porto Alegre
*2º Tesoureiro do PMDB/RS


Esta mensagem é dirigida a você, militante do PMDB gaúcho, repleto de interrogações sobre o futuro do partido e nosso papel nas eleições gerais de 2010. Você que ainda não decifrou qual caminho teremos em nível nacional, se caudatários do PT e PSDB ou, se finalmente apresentaremos candidato próprio à Presidência da República. Você que anda empolgado com a perspectiva de ter José Fogaça ou Germano Rigotto como postulantes ao Piratini e sabe que, seja qual for, teremos um nome à altura da história de lutas e compromisso da sigla com o Rio Grande do Sul.

Se o nosso projeto é recuperar as virtudes do Estado, abaladas pela frouxidão moral e oportunismo que permeiam a cena
política local é urgente e necessária a consolidação da unidade interna. Sem ela, podemos optar desde já por um papel coadjuvante em 2010. Pior do que isso, podemos reduzir também nossas chances de construir alianças sólidas, com partidos dispostos a lançar um programa de revitalização que recoloque o RS nos cenários de desenvolvimento econômico e social com altivez e credibilidade.

O povo gaúcho é dado a novas experiências. Prova disso é a alternância certificada pelas últimas eleições estaduais. Mas após estas experiências, nem sempre positivas, a população escolhe em caráter majoritário, o retorno do PMDB à gestão do Estado. Foi assim nas últimas disputas e deverá se confirmar a mesma postura no próximo ano. Após uma gestão equilibrada e que promoveu efetivamente a pacificação e harmonia dos segmentos sociais, sob a liderança do Governador Rigotto, o PMDB, legitimamente, respaldado por uma aliança consistente estará lutando pela afirmação de uma proposta que retome a dignidade da sua gente, acima de tudo.

Foi com Pedro Simon que vimos o Estado investir com força nas áreas social e da infra-estrutura. Foi no governo Britto que caminhamos a passos largos para a modernização da gestão estadual. Foi com Rigotto que instalamos um ambiente conciliador que gerou milhares de empregos, atraindo grandes investimentos. E o melhor de tudo isso: não há qualquer registro de deslize ético ou moral que tenha maculado os períodos em que o PMDB esteve à frente do Palácio Piratini. Nossos governos sempre foram pautados pela transparência e probidade.

São por essas razões que possuímos autoridade de, novamente, com as devidas atualizações e adeqüações, aos avanços teconológicos, econômicos e estruturais que devemos liderar um responsável processo de renovação do Rio Grande, da sua imagem, da sua gente, dos seus costumes e de recentes práticas políticas nada recomendáveis que acabaram por reinserir o clima de conflito e acusações permanentes presentes em épocas anteriores. Para isso é fundamental a unidade das nossas lideranças em sintonia com a base partidária.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Trabalho por melhorias na segurança do bairro Santana gera resultados



Na manhã do dia 30 de setembro, quarta-feira, o vereador suplente do PMDB de Porto Alegre, André Carús, juntamente com o proprietário da Academia Alternativa que lidera o projeto Segurança Já e o movimento pela criação da Associação de Moradores do bairro Santana, Ricardo Paranhos, estiveram reunidos com a Brigada Militar.

Do encontro, solicitado por Carús e atendido pelo Subcomandante Geral da BM, Coronel Jones Calixtrato, participaram os comandos do 1° e 9° BPM, responsáveis pelo policiamento do bairro Santana e imediações. Ouvindo atentamente os relatos feitos pelo empresário Ricardo Paranhos, o Tenente-Coronel Antero Batista, comandante do 1° BPM comprometeu-se em reforçar a presença de viaturas no local e para o futuro, implantar em caráter definitivo o policiamento a pé no bairro.

No mesmo sentido, o Capitão José Felippeto, responsável pelo projeto Polícia Cidadã disse estar à disposição para comparecer à comunidade e dialogar com os moradores para orientar os mesmos a combater a criminalidade em regime de colaboração permanente com a Brigada. De acordo com dados revelados pelos oficiais só em 2009 ocorreram 160 roubos a pedestres na região, além de diversos homicídios, arrombamentos e furtos em estabelecimentos públicos e privados. Isto sem considerar os fatos que não foram registrados através de ocorrência policial.

O próximo passo agora é a realização de audiência pública da Câmara Municipal a fim de reunir a comunidade e garantir a superação de dificuldades básicas do bairro que vão além da segurança, como por exemplo, a pouca iluminação, podas de árvores e outros aspectos. Por tudo isso, o envolvimento da comunidade é fundamental para fortalecer este movimento.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Vamos lutar pela Ficha Limpa!



Estamos no rumo das mudanças!

Mesmo que a emenda apresentada pelo Senador Pedro Simon no projeto de reforma eleitoral recentemente aprovado pelo Congresso Nacional tenha sido rejeitada na Câmara, sua voz e sustentação favorável à afirmação da ética na política não é isolada.

Prova disso está no projeto de iniciativa popular, que contou com a adesão de mais de um milhão de assinaturas em todo o Brasil, estabelecendo o critério da “ficha limpa” para os candidatos que disputam cargos públicos.

A proposta foi entregue nesta terça, 29, na Câmara pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, composto por diversas entidades e organizações. 1,3 milhão de assinaturas embasam o documento cumprindo portanto, a exigência constitucional para os projetos desta natureza.

O objetivo é que esta medida já tenha validade para as eleições de 2010, uma vez que faz referência à vida pregressa dos postulantes a mandato eletivo. Conforme a manifestação do presidente da Câmara Michel Temer, alguns pontos devem ser aperfeiçoadas como por exemplo, que o candidato seja, no mínimo julgado em segunda instância por considerar ele, a decisão colegiada mais segura para consagrar o cerne do projeto.

Movimentos dessa envergadura enchem de esperança a população ansiosa por dias melhores. Não é possível conviver com a política repleta de escândalos e pautada por projetos de poder sem qualquer fundamento prático. Se perseguimos a justiça social, precisamos de atitudes como essa, como a postura do Senador Simon e de tantos outros que acreditam num país de moralidade e capaz de superar as suas dificuldades pela ação dos seus homens públicos.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Carús receberá prêmio por trabalho nas comunidades



Na próxima quinta-feira, 24 de setembro, André Carús será um dos agraciados pelo PRÊMIO DE INCENTIVO E PARCERIAS EM PROJETOS COMUNITÁRIOS. O I Encontro Regional de Micro Redes de Participação Solidária será realizado no Plenário Ana Terra, na Câmara Municipal (Av. Loureiro da Silva, 255) às 19h30min e premiará pessoas e entidades que se destacam em trabalhos desenvolvidos junto às comunidades.

Como Coordenador do Núcleo de Ação e Inclusão Social da Zona Sul de Porto Alegre (NAISUL), Carús liderou ações efetivas que lhe renderam o direito de ser indicado ao recebimento do prêmio referido. O evento é promovido pelo Instituto Sustentação e conta com o apoio institucional da Prefeitura Municipal e da Câmara de Vereadores da Capital.